Aprofunde-se na história das Copas do Mundo de futebol com a nossa viagem numérica pelas estatísticas mais marcantes.
Quatro nações estrearão na Copa do Mundo deste ano: Uzbequistão, Jordânia, Cabo Verde e Curaçao. Os 44 participantes restantes contam todos com experiência anterior na maior celebração futebolística do mundo. Por isso, os seus resultados anteriores são o tema central da análise de hoje.
O blog da Novibet utiliza a linguagem numérica para confirmar — ou desmentir — mitos e percepções comuns. O Brasil é realmente uma equipe tão goleadora? Os escoceses jogam de verdade de forma agressiva? Os ingleses são ingênuos na defesa? Quais seleções têm maior tendência a marcar de pênalti?
Estes detalhes, assim como uma revisão das seleções favoritas para erguer o título, estão no blog da Novibet. E se isso não bastasse, temos a tabela completa dos jogos da fase de grupos. Tudo o que você precisa saber para estar totalmente preparado para as apostas da Copa do Mundo de 2026!
O melhor ataque da história
A percepção pública acerta neste caso. O Brasil encarna verdadeiramente a filosofia de “marcar e entreter”. Com 237 gols em 114 partidas, a Seleção tem média de mais de 2 gols por jogo (2,08), liderando esta lista. A Alemanha segue de perto com 2,07 gols por partida. Em seguida aparece a Turquia, com 2 gols por jogo (embora com menos partidas disputadas).
Outras grandes potências futebolísticas seguem com pequenas diferenças. É o caso de França (1,86), Países Baixos (1,75), Portugal e Argentina (1,74), e Espanha (1,61 gols por partida).
O pior ataque da história
Esta categoria é dominada por seleções com pouca trajetória em Copas do Mundo: Canadá (0,17 gol por partida), Catar e Iraque (0,33). São seguidos de perto por equipes de nível semelhante, como Panamá, Haiti e Nova Zelândia (0,67 gol por partida).
Menção especial merece o Zaire (antecessor da atual República Democrática do Congo), que competirá no torneio deste ano. O Zaire continua sendo a única nação que nunca marcou um gol em uma fase final de Copa do Mundo e, como veremos, esse não é o seu único recorde negativo.
A melhor defesa da história
A Inglaterra é líder surpresa neste quesito, demonstrando ser menos ingênua do que muitos acreditam. Sofre uma média de 0,92 gol por partida. O segundo lugar é para outro concorrente inesperado, os Países Baixos (0,95), com o Brasil completando os três primeiros lugares com a mesma média.
A famosa e sólida defesa da Alemanha sofre 1,16 gol por partida, enquanto a “dura” defesa do Uruguai recebe 1,29, o que as coloca muito longe dos primeiros lugares.
A pior defesa da história
O Zaire volta a ser o centro das atenções, sobretudo por uma derrota histórica: um 9-0 contra a Iugoslávia, no qual Dušan Bajević marcou um hat-trick. Continua sendo um dos placares mais elásticos da história da Copa do Mundo.
Aquela partida ficou marcada por um escândalo financeiro, já que os jogadores do Zaire haviam ameaçado não jogar depois que o ditador Mobutu não cumpriu com as premiações prometidas. A FIFA acabou cobrindo esses pagamentos, mas a equipe entrou em campo em sinal de protesto e foi duramente punida por seus adversários.
A média de 4,67 gols sofridos por partida do Zaire a iguala ao Haiti, enquanto são seguidos por Panamá (3,67) e Arábia Saudita (2,53).
Gols de pênalti na história da Copa do Mundo
O Egito lidera surpreendentemente esta categoria. Os “Faraós” marcaram 2 pênaltis de um total de apenas 5 gols em partidas da Copa do Mundo, o que lhes dá a média mais alta, de 0,29 por partida.
Cristiano Ronaldo impulsionou significativamente os números de Portugal, colocando a seleção em segundo lugar com 0,26 gol de pênalti por partida. A Espanha ocupa o terceiro lugar (0,24), enquanto 12 nações ainda não marcaram um único gol de pênalti na história da Copa do Mundo.
Cartões amarelos na história da Copa do Mundo
Ao contrário do que se costuma acreditar, a Escócia não joga de forma agressiva. Na verdade, lideraria a classificação de fair play, com uma média de menos de um cartão amarelo por partida (0,78). Apenas outras três seleções se aproximam: Áustria (0,83), Inglaterra (0,85) e República Tcheca (0,91).
No outro extremo, Panamá (3,67) e Iraque (3,33) têm as médias mais altas, embora baseadas em um número limitado de jogos. O número de Gana (2,87) é mais representativo, seguido por África do Sul (2,56) e Costa do Marfim, Catar e Senegal (2,33 cada).
Cartões vermelhos na história da Copa do Mundo
O Zaire também lidera esta categoria, com um cartão vermelho em apenas três partidas. Isso lhe confere a média mais alta (0,33 por partida). É seguido por África do Sul (0,22) e Canadá (0,17).
Entre as equipes com menos cartões vermelhos, excluindo as 14 nações sem expulsões, destaca-se a Espanha. Os ibéricos só viram um cartão vermelho em 67 partidas da Copa do Mundo.
Mais/menos de 2,5 gols por partida na história da Copa do Mundo
Para concluir, vamos dar uma olhada em um dos mercados de apostas mais populares: mais/menos de 2,5 gols.
Excluindo Panamá e Haiti, mais de 100%, embora em apenas três partidas, a Costa do Marfim lidera com 77,78% de partidas com mais de 2,5 gols. Seguem a Turquia com 70% e várias nações de nível médio (Catar, Nova Zelândia, Áustria, Escócia, Bósnia e Herzegovina, Zaire), com mais de 60%.
Entre as potências tradicionais do futebol, é habitual que se marquem mais de 2,5 gols, embora encontremos porcentagens mais equilibradas. Vale mencionar a Alemanha (57,14%), o Brasil (54,39%), Portugal (54,29%), o Uruguai (54,24%), a França (53,42%) e a Argentina (51,14%).
Por outro lado, a Inglaterra se destaca com 62,16% de partidas que terminam com menos de 2,5 gols, enquanto o Irã lidera esta categoria com 72,22%.


